terça-feira, 26 de agosto de 2014

Passamos por diversas fases na vida, o importante é guardar as coisas boas de cada período, Agradeço ao Senhor por tudo que estou passando, pelo grande aprendizado em minha vida.
Há fases na vida cristã, como acontece na vida em geral. Mas, à medida que crescemos e nos desenvolvemos espiritualmente, têm que ocorrer mudanças, e é claro que essas coisas todas fazem diferença em nossa experiência.  Não há momentos ruins, há fases da vida que tem a função de ensinar e demonstra situações controversas.  Apesar de estar rodeada de amigos, família, sente um grande vazio no coração, vazio que só será preenchido pelo amor verdadeiro.
 Vivo agora um momento que me sinto em paz  e perdoada por mim mesma.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

TENHA PACIÊNCIA (Lição Bíblia Siga os passos de Jesus 17 de maio 2014)


Todavia (...), me foi concedida misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus, demonstrasse toda a grandeza da sua paciência. (1 Tm 1:16)

Exodo.34:6 “Tendo o Senhor passado perante Moisés, proclamou: Jeová, Jeová, Deus misericordioso e compassivo, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade.”

Salmos 103: 8 “Compassivo e misericordioso é o Senhor; tardio em irar-se e grande em benignidade.”

Romanos 2:4  “ Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te conduz ao arrependimento?”

Romanos 9:22 “E que direis, se Deus, querendo mostrar a sua ira, e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita paciência os vasos da ira, preparados para a perdição”

2Cor. 1:6 “Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos”


Tiago 5:7-8 “Portanto, irmãos, sede pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas”.
Sede vós também pacientes; fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima.”

Hebreus 6:12  “para que não vos torneis indolentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas”.

quarta-feira, 18 de junho de 2014


HULDA, UMA MULHER QUE AJUDOU UMA NAÇÃO APÓSTATA A VOLTAR A DEUS.

"O termo profecia, na Bíblia, (no hebraico nebu'ab) não se refere primeiramente à predição de acontecimentos futuros, no sentido em que se prevê o tempo ou as finanças. Refere-se, sim, à proclamação da vontade de Deus sentida intuitivamente com respeito a uma situação específica na vida de um indivíduo ou de uma nação."*

2 Crônicas 34:22-33
(Ler também 2 Crônicas 34:1-21; 35:1-19)
Embora o seu nome significasse "doninha", felizmente Hulda não permitiu que isso afetasse o seu caráter. A sua vida não se parecia de modo nenhum com esse animalzinho tímido e parecido com a marta. No tempo em que Hulda viveu, eram necessárias pessoas que ousassem falar corajosamente das suas convicções, que não tivessem medo de agir.
Hulda era uma profetisa, uma mulher que servia como porta-voz de Deus. A sua vocação especial não a colocava fora do seu meio social, pois era ao mesmo tempo uma dona-de-casa.
Hulda era esposa de Salum, o homem responsável pelo guarda-roupa do rei Josias. Como toda a mulher casada deve fazer, ela cuidava diariamente do marido. Mas o casamento não constituía impedimento à execução da sua tarefa. Conseguia harmonizar uma responsabilidade com a outra. Nessa altura, Israel tinha também dois profetas, Jeremias (Jer. 25:1-7) e Sofonias (Sof. 1:1-6), que continuamente insistiam com o povo para voltar a Deus.
Os israelitas tinham abandonado o Senhor. Já não obedeciam à Sua Palavra. A nação havia-se tornado apóstata. Embora Israel se tivesse afastado das leis que Moisés tinha dado seis séculos antes, o povo ainda continuava fiel à letra daquelas leis. Segundo essas leis, os israelitas tinham podido contar com uma bênção e prosperidade excepcionais da parte de Deus, pois eram o Seu próprio e nobre povo. Ele havia-os escolhido acima de todas as outras nações (Dt. 7:6). Todavia, aqueles privilégios tinham estado dependentes de uma condição: o povo tinha de permanecer fiel a Deus.
Se eles deixassem de ser fiéis, os resultados seriam trágicos. Se rejeitassem a Deus, Ele os rejeitaria também (Osé. 4:6). Catástrofes indizíveis cairiam sobre eles, e no fim não permaneceriam na terra que Deus lhes tinha prometido através de Moisés (Dt. 28:1-64).
Com esta chamada à obediência, Deus tinha dado ao Seu povo um padrão pelo qual ele deveria aferir a sua vida: os Seus Mandamentos. Para tornar possível essa obediência, Ele havia descrito cuidadosamente essas leis. O Seu povo não estava às escuras quanto ao que Deus esperava dele. Sabia exatamente o que Deus requeria.
Para impedir que os israelitas esquecessem os Seus mandamentos, Ele disse-lhes que escondessem as leis nos seus corações. Deviam ensinar aos filhos a Palavra de Deus e deixar que as suas vidas individuais e as das famílias fossem permeadas por pensamentos a respeito dEle. Todas as suas atividades deviam ser influenciadas pela orientação de Deus (Dt. 6:6-9).
Por conseguinte, a obediência à Palavra de Deus não seria muito difícil para os israelitas. Essa obediência não ficava fora do seu alcance nem acima das suas forças. Pelo contrário, eles tinham ouvido as Suas leis desde a infância e levavam-nas no coração, prontos para as recitarem sempre que necessário (Dt. 30:14). Tudo o que Deus esperava deles era disposição para viverem de acordo com a Sua orientação. Isso seria feito com a Sua ajuda e por meio do Seu poder. Desse modo, todo o mundo poderia constatar a felicidade de uma nação que andava com Deus.
Ao princípio, especialmente enquanto os israelitas foram governados por reis bons, tudo corria perfeitamente. Durante o reinado de Davi, que se tinha mantido apaixonadamente fiel a Jeová, Deus tinha abençoado Israel. No tempo de Salomão, filho de Davi, que tinha sido amado pela sua piedade e sabedoria, a fama de Israel estendeu-se.
Todavia, a partir daí, os israelitas tinham ido gradualmente degenerando na sua vida espiritual. Afastavam-se cada vez mais do seu pacto com Deus. Poucos dos anteriores reis israelitas se tinham desviado tanto de Deus como Manassés e Amom, avô e pai do rei que então governava. Poucos outros reis haviam sido tão ímpios, tão apóstatas. Nenhum tinha servido os ídolos de modo tão repulsivo (2 Crôn. 33:1-25).
Hulda dava as suas audiências perto dos edifícios do templo. Aí, no seu posto na parte nova de Jerusalém, dava diariamente conselho ao povo em relação ao Senhor. A despeito da apostasia de Israel, ainda havia algumas pessoas interessadas em conhecer a vontade de Deus.
Hulda desempenhava abertamente os seus deveres, sem qualquer impedimento. Não precisava se esconder, como havia acontecido com outros profetas. Pela primeira vez, depois de muitos anos, Judá tinha um rei que servia a Deus. O rei Josias, seguindo nos passos do seu ilustre antepassado, Davi, obedecia cuidadosamente às leis de Deus e não se apartava delas. Sem dúvida que a sua dedicação a Deus era o resultado da influência de sua mãe Jedida. Ele começou a purificar a terra dos ídolos, destruindo os altares dos deuses falsos e reduzindo os ídolos a pó. Contratou também trabalhadores para consertarem e melhorarem o templo de Deus (2 Crôn. 34:1-13).
No local onde atendia as pessoas, Hulda fora-se acostumando ao barulho das obras no templo. Foi então que, numa tarde, viu que cinco homens se aproximavam. Reconheceu facilmente Hilquias, sumo-sacerdote, e Safã, o secretário, e vários outros servos do rei. Vinham com expressões sérias e mediam bem as palavras.
"Quando se tirava o dinheiro que se havia trazido à Casa do SENHOR, Hilquias, o sacerdote, achou o Livro da Lei do SENHOR, dada por intermédio de Moisés. Então, disse Hilquias ao escrivão Safã: Achei o Livro da Lei na Casa do Senhor" (2 Crôn. 34:14-15).
"Relatou mais o escrivão ao rei, dizendo: O sacerdote Hilquias me entregou um livro. Safã leu nele diante do rei. Tendo o rei ouvido as palavras da lei, rasgou as suas vestes" (vv. 18-19).
O rei sente-se envergonhado pelo pecado do Seu povo. Compreende que a situação é muito séria, pois receia a ira de Deus.
Hulda logo compreendeu que os homens tinham vindo ter com ela para descobrir a vontade de Deus em relação a este livro que fora encontrado. Se ficou admirada por o rei a ter consultado a ela em vez de ao profeta Jeremias, por exemplo, não o manifestou. Como outras profetisas no passado – Miriã (Êxo. 15:20) e Débora (Juí. 4:4) – Hulda estava habituada a trabalhar com homens, com naturalidade e dignidade.
Deus precisava de um ser humano que pudesse proclamar a Sua Palavra na terra. Na maioria dos casos usava os serviços dos homens, mas nesta época particular usou uma mulher.
Hulda compreendia perfeitamente que, como mulher, não devia tentar competir com os homens. Nem tampouco procurava escapar à suas responsabilidades, só porque era mulher. Deus procurava uma pessoa que pudesse servir como instrumento; o sexo dessa pessoa era secundário no Seu plano.

Paulo explicou claramente este princípio quando escreveu que não é a natureza de um instrumento mas a sua eficiência que o torna útil para Deus. Não importa, por exemplo, se um vaso é de ouro, de prata, ou de barro, contanto que seja santificado e "idôneo para uso do Senhor, preparado para toda a boa obra" (2 Tim. 2:20-21).

Jeová seja louvado, pensava Hulda. Josias não quer tratar o Livro da Lei como uma antiguidade que faz parte de uma coleção. Ele compreende que o Livro de Deus não pode ser considerado um ornamento numa biblioteca real. A Lei existe para ser aplicada.
Hulda não pôde deixar de reconhecer a autoridade do Livro da Lei que acabava de ser encontrado. A sua resposta foi clara, sem reservas. Não mostrou qualquer constrangimento, pois foi o próprio Deus que falou pelos seus lábios, desafiando o povo.
"Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Dizei ao homem que vos enviou a mim:  Assim diz o Senhor ...." Aquelas quatro palavras – "assim diz o Senhor" – eram as que davam crédito ao que ela dizia como profetisa (2 Crôn. 34:23-24).
Hulda predisse então a ruína nacional do povo. Eles não tinham dado importância à Palavra de Deus e tinham apostatado, servindo os ídolos em vez de o Deus vivo. A mensagem que ela apresentou foi portanto uma mensagem terrível e de condenação (v. 25) mas Hulda não escondeu nada. Não temia os resultados que essas palavras pudessem ter sobre si própria.
Contudo, as palavras de Deus não continham apenas condenação; falavam também de graça. Deus tinha notado o amor e a fidelidade que Josias mostrara para com Ele, a sua pronta resposta às Escrituras. Por isso, adiou o Seu julgamento para depois da morte do rei (v. 26-28). Então, no tempo do rei Zedequias, o juízo seria executado sobre o povo. Nessa altura, o cálice da ira de Deus estaria a transbordar. Já não seria possível qualquer restauração, pois Israel não tinha respondido aos repetidos apelos de Deus para a conversão (Jer. 29:19). A nação tinha ignorado as Suas ordens: "Ó terra, terra, terra, ouve a palavra do Senhor!" (Jer. 22:29) Jerusalém e o templo seriam destruídos, e as pessoas forçadas a ir para o exílio (2 Crôn. 36:15-21).
Depois de os mensageiros terem entregado a forte mensagem de Hulda ao rei, este já não tinha qualquer dúvida de que Deus havia falado por ela. Viu também claramente que se tornava necessário agir de imediato.
Logo ele foi ao templo com os líderes do povo e leu a Lei de Deus a todos os habitantes de Jerusalém e Judá, tanto pequenos como grandes (2 Crôn. 34:30).
As pessoas ouviram atentamente. Como no caso do rei, ficaram convictas de que Deus havia falado através da profetisa Hulda. Em conseqüência, começou um avivamento entre o povo, como jamais se havia conhecido. O rei, os líderes e a nação inteira fizeram um novo concerto com Deus. Juntos afirmaram solenemente que dali em diante serviriam ao Senhor. Estavam prontos a obedecer à Sua Palavra com todo o coração e com toda a sua alma.
Disso resultou uma reforma completa. A purificação da idolatria continuou a ser feita e estabeleceram-se limites morais. Esta atividade não se limitou à cidade capital. Todo o país – de Geba ao norte até Berseba no sul – ficou envolvido (2 Reis 23:4-8). Mas o mais importante de tudo, foi celebrarem de novo a Páscoa. Os israelitas tinham-se esquecido de como Deus os havia livrado no passado. Haviam descurado o sacrifício que apontava para a vinda de Cristo. Haviam deixado no olvido a comemoração do êxodo do Egito, um acontecimento que Moisés tinha instituído da parte de Deus como uma festa anual (Êxo. 12:1-7; 23:14-15). Havia muitos anos que não se fazia tal celebração.
Josias continuou a viver de acordo com a norma que Deus tinha estabelecido para o rei. Através de Moisés, o Senhor definira a atitude que o rei devia assumir em relação à Lei de Deus: "Quando se assentar no trono do seu reino, escreverá para si um traslado desta lei num livro, do que está diante dos levitas sacerdotes. E o terá consigo e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer o Senhor, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para os cumprir" (Dt. 17:18-19).
Depois da sua meditação e aplicação à Palavra de Deus, Josias experimentou a bênção divina, uma verdade que muitos outros rolos tinham descrito (Jos. 1:8; Sal. 1:1-3). Tal como a desobediência acarretava a maldição de Deus, assim a obediência era seguida pela Sua bênção.
O fato de dar ouvidos às palavras da Escritura não mudou apenas a vida do rei Josias; toda a nação se modificou. Verificou-se a reforma do culto mais completa que alguma vez se conhecera em Judá. Uma nação apóstata voltou ao seu Deus vivo.
Contudo, o juízo definitivo de Deus não podia ser retirado. Demasiadas gerações de israelitas tinham pecado profundamente. Mas as pessoas que viveram durante o período da profetisa Hulda receberam vários anos de prorrogação.
Embora o nome de Hulda só iluminasse por momentos a história, a influência da sua vida foi enorme. Controlou o destino duma nação inteira porque associou o seu nome com a Palavra de Deus. Hulda conhecia essa Palavra, portanto podia livremente exortar e encorajar as pessoas com ela.
Ao contrário de outros profetas e profetisas, ela não revelou quaisquer segredos sobre um futuro distante. Ocupou-se da tarefa de revelar a vontade de Deus através de um meio que Ele tinha usado durante séculos. Aplicou a Sua Palavra à situação especial da nação israelita e ao seu povo individualmente. Ajudou-os a descobrir verdades perdidas. Quando o seu povo deu de novo atenção à Palavra de Deus - ouvindo-a, lendo-a, estudando-a, meditando nela – coisas maravilhosas começaram a acontecer. Quando os seres humanos estão prontos a fazer o que Deus espera deles, verificam-se maravilhas que ninguém imaginaria possíveis.

Como muitas outras mulheres, Hulda era uma dona-de-casa. Todavia, a sua dedicação à Palavra de Deus e a sua coragem em se aliar fortemente com ela distinguiu-a da maior parte dos seus compatriotas. Quando a grande oportunidade da sua vida chegou, ela estava preparada.

Hulda, uma mulher que ajudou uma nação apóstata a voltar a Deus

(2 Crônicas 34:22-331 ler também 2 Crônicas 34:1-21; 35:1-19)

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Na década de 80 a Depressão cresceu.
 São Paulo a Depressão era imensa. Em São Paulo era inclusive algo maior. Quanto mais urbano era o lugar, mais deprimidas as pessoas tendiam a se tornar. As razões da depressão deixaram de ser até justificáveis objetivamente, pois surgia agora a depressão difusa, existencial, sem causas aparentes.  A Depressão è uma epidemia global; mas sempre muito mais ligada aos ambientes urbanos ocidentais; exceto no Japão.
Já  no início dos anos 90, ouvi falar em “Síndrome do Pânico”. Então, de súbito, muita gente passou a sofrer de pânico. Muita gente andava com o remédio na bolsa a fim de ter um “Frontal” no caso de uma crise de pânico e falta de ar.
A  “Síndrome do Pânico” foi crescendo e a Depressão continuando, mas perdendo o seu glamour psicológico.
Hoje  até crianças com a Síndrome. Ou, então, aventam a possibilidade de que uma criança de quatro anos esteja já “panicada”. Crianças “deprimidas” já se tornou algo corriqueiro.
Outro fenômeno psicológico-urbano em construção. Sim! Porque muitas coisas acabam virando uma moda da alma dolorida. Trata-se de um crescente fenômeno de Dissociação da Realidade, e que faz a pessoa estar presente sem se sentir presente. A sensação é de ausência. E, na maioria das vezes, além dos traumatizados por fortes experiências,  tal fenômeno atinge os Internautas viciados.
A pessoa passa tanto tempo em chats, em amizades distantes, que, quando volta do ambiente virtual, ou que tem que lidar com as pessoas reais no mundo concreto, ela não sabe mais se sentir em contato.
Então, a cabeça começa a ficar distante. A pessoa se sente como uma observadora dos acontecimentos, mas como se ela fosse um fantasma. A invisibilidade virtual toma conta dela; e, agora, diante de gente concreta, ela sente essa ausência profunda. Todavia, se você pergunta se na sala virtual ela sente-se desse modo, a resposta é que “não”; que “lá ela se sente presente”.
Assim, o que sobra é um mergulho cada vez mais profundo na virtualidade dos relacionamentos sem toque, cheiro ou convívio; pois, no mundo dos sentidos, fora desse Matrix relacional, tudo parece não existir e não ter mais sentido.
Entretanto, tal experiência é um fenômeno de profunda dissociação do mundo e da vida. E como as pessoas são forçadas, por uma razão ou outra, a saírem da câmara matrixiana e lidar com a vida (emprego, escola, faculdade, família, etc.) — não conseguindo mais se sentirem parte de nada tangível, elas mergulham em Depressão e ou na Síndrome do Pânico.
 Hoje você ouve as pessoas dizerem que precisam de seu computador ligado à rede, mas do que de qualquer outra coisa. O remédio é a virtualidade, numa evasão do mundo concreto; o que vai gerando um processo de sensorialidade dissociada da vida, único lugar onde os sentidos são tocados pelo outro. Cada vez mais as pessoas queixarem-se de que estão, mas não se sentem presentes em nada, em lugar algum.
 Ora, tais cenários de natureza apocaliptico-existencial remetem-me diretamente para um texto em Apocalipse 9:
Abadom e Apoliom, cujo significado único em ambas as línguas é destruição, é o mal que começa a morder as almas humanas sem esperança ante o complexo de coisas que governam e dirigem a humanidade para a morte por medo e pânico — conforme Jesus disse que seria. Quando se descreve a aparência desses seres, o que se vê é um composer de tudo aquilo que existe como fenômeno social, político, econômico, e, sobretudo, psicológico, na Terra; e que só tende a crescer.
Sim! Porque esses bichos que saem do porão do Inconsciente Coletivo da Humanidade são feitos de nós mesmos e de nossas mazelas, de nossos ódios, inimizades, ameaças, guerras frias e quentes; de nossa inteligência malévola, de nosso erotismo descontrolado, e de tudo o mais que nós chamamos negativamente de “mundo”
Esse tempo já chegou como nunca antes!
E apenas crescerá entre nós...        
O Apocalipse diz que tais poderes terão seu domínio sobre todos, exceto sobre aqueles que entregaram a “fronte”, ou a mente, ou a razão, ou a consciência ao Cordeiro; a fim de que sejam protegidos contra a Síndrome de Abadom e Apoliom; e que será a Síndrome Universal do Pânico; a qual fará a síndrome do pânico atual parecer uma gripe, se comparada a um câncer nas vias respiratórias.
O que protege a alma é o “selo do Cordeiro”.
Ora, em Efésios 1: 12-14, Paulo diz que esse “selo” é a Esperança no Espírito Santo, a qual nos guarda a alma na certeza da Redenção.
Cada dia mais se estará ante uma situação para qual já não haverá mais fuga; nem mesmo mediante os mais sofisticados mecanismos de evasão da realidade.
O desejo de morrer grassa entre nós. Crianças, jovens, adolescentes, adultos e velhos começam a desejar morrer. Há aqueles que me dizem como um Jó em agonias que não desejariam ter nascido, ter posto a cara para o lado de cá.
O cenário melancólico e lúgubre do livro do Eclesiastes começa se tornar tolo como um gibi de desesperança infantil, posto que o cenário que já está posto é de uma realidade inescapavelmente diabólica para a alma humana.
logo palavras de lucidez e de bom senso; e não estou construindo nenhuma ficção. A vida confirma e confirmará a cada dia mais a veracidade destas minhas palavras, e que nada mais são que a tradução do que o Apocalipse chamou de ação da destruição existencial contra toda vontade de viver.


Nele, em Quem temos o Selo da Esperança,
JESUS CRISTO
 
Caio Fabio





Caio





Pais, amigos, amantes, mundos virtuais. Pura e total tragédia humana!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Linda, abençoada!
 Quero que vc saiba que está, absolutamente, engajada no rool das mulheres que admiro sobremaneira! A Bíblia fala de mulheres que ficaram marcadas não só pela beleza. Ana, por ser amada pelo seu marido e pela sua fé. Ester, pela sua obediência. Abgail além de formosa, inteligente. Portanto, a verdadeira beleza tem que ser completada com outros atributos,além da... exterior. E, Você, foi eleita, por ter estes atributos; dons e talentos de Deus! Sendo considerada uma d/ mulheres mais belas de uma abençoada lista de contatos; Ore, agradeça a Deus.

Abençoe e seja abençoada

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Mulheres na bíblia:
O PAPEL DAS MULHERES NO LIVRO DE JUÍZES. Hampton Keathley IV, escreveu um excelente artigo sobre o "Papel das Mulheres no Livro de Juízes". Eu recomendo ao leitor que o leia. Os cananeus tinham uma cultura pervertida, manifestada em seu comportamento e no trato com as mulheres. No entanto, quando estudamos o livro de Juízes, descobrimos que Israel foi uma nação tão decante quanto eles, ou pior. Um pai faz um voto que requer o sacrifício de sua filha (Jefté). Um levita lança sua concubina "aos lobos" de Gibeá para salvar a si mesmo, e depois bruscamente manda que ela se levante do chão. Quando descobre que ela está morta, ele a parte em pedaços. As mulheres parecem ter mais poder no livro de Juízes. Débora e Jael são altamente honradas. Uma mulher lança uma pedra de moinho na cabeça de Abimeleque, matando-o (9:53). Mulheres seduzem Sansão e arrancam dele seus segredos mais íntimos. No entanto, embora pareça que as mulheres tenham mais poder, certamente elas carecem de honra (exceto algumas poucas exceções). Esta não foi uma época em que as mulheres foram tratadas com carinho e dignidade. Elas foram usadas e abusadas. Uma sociedade pode muito bem ser julgada pela forma como trata suas mulheres, por isso, o período dos juízes e a nossa própria época serão achados em falta.

Permita Deus que aprendamos com as lições do livro de Juízes aquilo que os antigos israelitas não aprenderam.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Dez Maneiras de Saber Se Você Está Convertido

1-Quando você está convertido, você não só sabe o que deve fazer, mas também deseja fazer as coisas certas.
2-Outro sinal da conversão é que você não tem mais o desejo de fazer o mal.
3-Quando está convertido, você se preocupa mais com o que Deus pensa do que com o que os outros pensam sobre você.
4-Quando convertido, você dá o máximo de si para viver o evangelho sempre — não só aos Sabados ou quando é conveniente, mas o tempo todo. Suas ações não mudam dependendo de quem está com você ou de que alguém possa estar observando você. Quando seus colegas contam uma piada suja ou querem assistir a um filme impróprio, você não vai junto com eles apenas porque ninguém está olhando, mas se mantém fiel às coisas em que acredita.
5-Quando está convertido, você é mais bondoso e compassivo no trato com os outros. Não julga ou critica nem faz fofocas. Você está mais consciente dos sentimentos alheios, e é natural procurar maneiras de servir e ajudar.
6-Quando está convertido, seu desejo de orar aumenta e você sente que está realmente se comunicando com Deus quando ora. Você sempre vai arranjar tempo para orar, a despeito de como esteja se sentindo ou do que esteja acontecendo em sua vida.
7-Quando se torna convertido, você anseia pelo Sabado porque é o Dia do Senhor. Quando chega o Sabado, em vez de pensar: “Puxa, este é um dia em que eu não posso sair com os amigos ou ir ao cinema”, você pensa: “Que ótimo, este é um dia em que posso ir à Igreja e me concentrar em coisas espirituais e ficar com a família!”
8-Quando convertido, você guarda os mandamentos e não procura desculpas, não justifica seu comportamento nem tenta encontrar um meio de driblá-los. Você não tenta beirar os limites, simplesmente guarda os mandamentos porque sabe que é o melhor caminho.
9-Quando convertido, você anseia por pagar o dízimo. Você o considera um privilégio e sente que 10% não é muito, principalmente em comparação com as bênçãos e a satisfação que recebe. Essas bênçãos valem muito mais do que o dinheiro que você paga.
10-Quando está convertido, você tem um forte desejo de ajudar os outros a conhecer a verdade e a felicidade que encontrou.
Em suma, você sabe que está ficando convertido quando começa a viver a lei maior, o evangelho de Jesus Cristo. Você vive o espírito da lei, bem como a letra da lei. Vive o evangelho em todos os aspectos de sua vida. Vive o evangelho em sua plenitude, não porque é obrigado, mas porque quer. Você é uma pessoa mais feliz e mais agradável e quer se tornar a pessoa que o Pai Celestial deseja que você seja. Você quer ser como Jesus Cristo e seguir Seu exemplo.
Quando se tornar essa pessoa, estará realmente convertido.
Sião será resgatada pela justiça, e os seus convertidos, pela retidão”. Isaias 1;27

“Converte-nos a ti, Senhor, e seremos convertidos; renova os nossos dias como dantes;” Jeremias 5:21