segunda-feira, 7 de maio de 2012

Bandeiras: Significados bíblico espirituais

A definição da palavra hebraica nec significa a grosso modo bandeira, estandarte, banner (Êxodo 17.15 / Salmo 60.6) e, a raiz da palavra nec é nacak que tem o sentido de aparecer ou brilhar à distância, de uma luz que brilha alternadamente, sinal luminoso, farol. Assim, quando uma bandeira se movimenta ao vento, esvoaçante, é como o levantar de um sinal, um sinal “luminoso”.
Levantar bandeiras e agitá-las é um ato de chamar a atenção para algo ou um símbolo claramente visível e compreensível. No nosso caso para algo extrraordinário: Jesus e tudo que diz respeito ao seu reino.
Na tradução alemã da Bíblia, esses termos hebraicos são frequentemente substituídos por sinalização de campo, sinais de vitória. Vale à pena ler a respeito nos livros de Isaías e Salmos.
Em algumas passagens bíblicas temos como significado o sentido de “mais alto e o principal expandir”. (Nm 2.2 – Nm 10.14). E quando Moisés construiu um altar para o Senhor e o chamou de: “o Senhor é minha bandeira” (Êxodo 17.15 ) é maravilhoso perceber Deus se revelando nesta passagem com o nome de Jahwe (Eu sou o que sou) Nissi (Eu sou a bandeira). Outra passagem digna de ser citada é sobre a saída do povo de Deus do Egito e do seu primeiro confronto vitorioso com Amaleque, quando Deus se revelou a eles com este nome Jahwe Nissi. Os hebreus conheciam os sinais das hastes egípcias, que eram ornamentadas com seus deuses e o povo de Deus não devia sucumbir ao risco de procurar por ajuda e proteção em nenhum sinal ou símbolo. Deus mesmo, o Senhor, é e será a bandeira do seu povo. O objetivo principal do uso das bandeiras está relacionado à identificação de um povo, de seus valores. Para nós além desses significados, está relacionado à alegria de pertencer ao reino da Luz, proclamar a majestade de Deus, de tudo relacionado a ELE!
“Anunciem e proclamem entre as nações, ergam um sinal e proclamem; não escondam nada. Digam: ‘A Babilônia foi conquistada; Bel foi humilhado, Marduque está apavorado. As imagens da Babilônia estão humilhadas e seus ídolos apavorados.” (Jr 50.2.)
Com bandeira podemos também proclamar promessas ou versículos bíblicos proféticos que tenham sido ditos para a Igreja. Se permanecermos firmes nas promessas de Deus, então, damos honra a ELE com isso.
“[...]não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus.” (Rm 4.20.)
O que se diz aqui a respeito de Abraão também vale para nós. Nós honramos a Deus, na medida em que permanecemos firmes em suas promessas. As bandeiras sustentam a nossa declaração de que nos mantemos nas promessas de Deus e somos chamados a fazer as verdades de Deus visíveis e audíveis para as nações, pois Deus mesmo solicitou isso declaradamente:
“Todos vocês, habitantes do mundo, vocês que vivem na terra, quando a bandeira for erguida sobre os montes, vocês a verão, e, quando soar a trombeta, vocês a ouvirão.“ (Is 18.3.)
As bandeiras também podem proclamar fatos bíblicos e espirituais e possuem caráter invocatório e de sinalização profética:
“Naquele dia as nações buscarão a Raiz de Jessé, que será como uma bandeira para os povos, e o seu lugar de descanso será glorioso.” (Is 11.10.)
As bandeiras também são utilizadas como uma espécie de base para um povo e seu exército:
“Os israelitas armarão as suas tendas organizadas segundo as suas divisões, cada um em seu próprio acampamento e junto à sua bandeira.” ( Números 1.52.)
“A leste, os exércitos de Judá acamparão junto à sua bandeira […] Ao sul estarão os exércitos do acampamento de Rúben, junto à sua bandeira […] A oeste estarão os exércitos do acampamento de Efraim, junto à sua bandeira […] Ao norte estarão os exércitos do acampamento de Dã, junto à sua bandeira […]” (Números 2.3-25.)
Como podemos perceber as bandeiras auxiliaram o povo hebreu como meio de orientação no exército e em grandes acampamentos. O povo de Deus deveria acampar ao redor do centro, ao redor do tabernáculo, que a todo momento representava claramente a presença de Deus em meio a seu povo.
As bandeiras são como objetos de esperança e um símbolo de vitória:
“Saudaremos a tua vitória com gritos de alegria e ergueremos as nossas bandeiras em nome do nosso Deus.” (Sl 20.5.)
                                                                                                                      www.lagoinha.com

sábado, 14 de abril de 2012

Por ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR


Mateus 10.1-22 -- A AUTORIDADE QUE RECEBEMOS

Quase que como uma continuidade ao que foi exposto no último tema do
capítulo 9, o 10 se inicia com a mesma temática: a seara é realmente grande e
além do Senhor precisar de obreiros para ela, precisa também que estes sejam
bem preparados.
 
A didática de Jesus é bem atual e contemporânea. Impressiona-nos como
ele já aplicava conceitos que a moderna pedagogia veio a adotar mui
recentemente, em seu tempo de cerca de dois milênios atrás. Seu discernimento
em separar a teoria da prática é algo tecnicamente comprovado hoje. Quando
queria ensinar-lhes, fazia os seus "retiros", subia o monte, passava "para o
outro lado", tudo com o fim de ficar a sós com eles e poder-lhes transmitir
melhor, teoricamente, tudo aquilo de que precisavam para a boa formação
interior sobre a vida cristã da qual se tornariam arautos em breve. Quando
achava que estava na hora de eles começarem a ver na prática como essa
teoria se comprovava, mudava todo o esquema, aplicando-lhes o sistema de
"residência" ou de "estágio probatório", muito utilizados hoje, como lemos abaixo:
 
"E, chamando a si os seus doze discípulos, deu-lhes autoridade
sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda
sorte de doenças e enfermidades." Mt 10.1
 
Nossa preocupação hoje deve ser a de que os discípulos, que somos nós,
ficamos, quase sempre, apenas na teoria. Convertemo-nos, passamos a ser
membros de igreja, ficamos a vida toda aprendendo, conhecendo, lendo e
estudando, o que não é ruim em si mesmo, mas torna-se algo inoperante e
inócuo na medida em que não passamos à prática. Tornamo-nos excelentes na
teoria, mas somos um "zero" à esquerda na prática. A autoridade que ele nos
concedeu, então, torna-se vazia e sem efeito, porque não saimos a campo para
pregar, para testemunhar, para mostrar ao mundo a diferença que o evangelho
traz.
 
Você é detentor desta autoridade que o Senhor nos deu? Você a tem colocado
em prática? Ou, cheio da teoria cristã, você está se alienando da prática cristã?

quarta-feira, 21 de março de 2012

sexo antes da hora?
Se você cedeu ou está prestes a ceder à pressão da nova moralidade, preste atenção a esta palavra atribuída à psicóloga Mary Calderone: “Os riscos a longo prazo não compensam os prazeres a curto prazo”.
Pondere você mesmo que o amor livre não compensa mesmo. Há um risco de uma gravidez, que quase sempre leva ao aborto, numa tentativa de esconder ou remover as consequências do pecado sexual. Há o perigo das doenças venéreas, que aumentou exatamente por causa dos modernos antibióticos. Há o risco da Aids ainda incurável. Há o sério problema do sentimento de culpa, porque até hoje “ninguém inventou um diafragma para a alma e para a consciência” (Billy Graham). Além destes riscos reais, já outros incômodos que não devem ser desprezados: a marginalização da mulher por uma sociedade que ainda existe um comportamento sexual para o sexo feminino e outro para o sexo masculino, a perda da capacidade de amor, pois os “amantes modernos aprendem a fornicar, mas não a amar” (Tristan Coffin).
Para o cristão autêntico, o maior de todos os ricos, todavia, é pecar contra Deus. Não haveria pecado se não houvesse normas. Mas, já que há normas, e elas estão inscritas na Revelação e no fundo da consciência de cada um, a promiscuidade sexual está debaixo da condenação de Deus.
Na verdade, a nova moralidade é sopa no mel. Facilita a livre expressão dos desejos carnais. Torna a conduta moral mais difícil. Mas não modifica em nada a lei de Deus. “É melhor casar do que viver abrasado” (I Coríntios 7:9). É melhor casar do que fornicar. Porque os riscos a longo prazo de qualquer união estranha ao matrimônio não compensam os prazeres a curto prazo!
http://novotempo.com/amiltonmenezes/2012/03/20/sexo-antes-da-hora/

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Provérbios 23.17

“Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, sê no temor do Senhor todo o dia.”
O mundo exalta e promove pecadores. Estrelas do cinema, atletas, artistas de teatro, magnatas dos negócios, realezas, políticos, e outros pecadores ricos e famosos lhe são impingidos todos os dias. Salomão, com sábio amor paterno, avisou o seu filho contra a inveja dos pecadores mundanos.
Provérbios 24:1,19:- “Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, sê no temor do Senhor todo o dia. … Não te aflijas por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos ímpios.”
Por outro lado, ele sabia que o temor de Deus deveria ser sua única ambição.
Eclesiastes 12:13-14:- “De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda obra e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.”
Cada geração, de todas as nações, tem seus heróis e estrelas; mas só recentemente a imagem e as palavras desses pecadores populares está sendo jogado em cima de você a toda a hora. Se este aviso era importante nos dias de Salomão, hoje em dia é ainda mais. Todos esses pecadores estão indo para baixo e todo santo deve crer totalmente nisto e viver de uma maneira que demonstre isso.
Assim, temer a Deus é toda a obrigação do homem.

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012




Isaías é um livro que desvenda as plenas dimensões do juízo e da salvação divina. Deus é o Santo de Israel que deveria castigar seu povo rebelde, mas posteriormente o remirá. Israel é nação cega e surda (6.9,10; 42.7), vinha que será pisoteada (5.1-7), povo destituído de retidão (5.7; 10.1-2). O juízo terrível que será desencadeado contra Israel e todas as nações que desafiam a Deus é chamado “dia do Senhor”.

Isaías serviu a Deus desempenhando o papel de promotor de justiça da aliança. Sua mensagem é constituída de acusações, condenações e julgamentos, pois ele declara a maldição de Deus sobre Israel, Judá e as nações (1.2-31; 13 – 23; 56 – 57; 65). O relato autobiográfico de Isaías do seu chamado para tornar-se um mensageiro da corte celestial do Senhor encontra-se no capítulo 6. Quando Isaías foi convocado a representar a corte celeste junto à corte terrena de Jerusalém, ele descobriu que Deus não o estava enviando para salvar Israel, mas para endurecer seus corações impenitentes (6.9-10). Isaías devia apresentar ao povo a acusação do Senhor de que eles eram infiéis e rebeldes (1.2-3; 31.1-3; 57.3-10). O povo de Deus havia se tornado como as demais nações em seu orgulho, sarcasmo e egoísmo. Eles haviam perdido a perspectiva de justiça, de amor e de paz, características do Reino de Deus e tentaram estabelecer seu próprio reino. O profeta também desempenha o papel de advogado. Ele exorta os piedosos a buscarem ao Senhor, a aguardarem o seu Reino, a experimentarem eles mesmo a paz de Deus e a responderem com fé aos novos atos divinos de redenção. A aliança do Senhor termina com bênçãos sobre Israel, não maldições (Dt30. 1-10). Ao final um remanescente piedoso sobreviverá ao julgamento.

A primeira parte do livro, caps. De 1 a 35, enfoca o julgamento de Deus sobre Israel através da Assíria; a segunda, caps. 40 a 66, o retorno do remanescente do exílio na Babilônia e sua libertação final no futuro distante. A segunda parte com a primeira inicia-se com uma visão da corte celestial. Isaías ouve furtivamente Deus enviando mensageiros para anunciar que o castigo já foi pago e que por isso terá fim (40.1-18). A visão que Isaías tem do Reino de Deus é grandiosa, pois inclui a história da redenção desde os seus dias até alcançar a plenitude da salvação. Ela abarca do exílio, a volta dos judeus do exílio, a missão, o ministério e o Reino de Jesus Cristo, a missão e a esperança da Igreja, o governo atual de Jesus sobre este mundo e a restauração de todas as coisas em santidade e justiça.

 Cristo livrará a humanidade da prisão do pecado (52.13 – 53.12). Tornou-se luz para os gentios (42.6), a fim de que as nações condenadas ao juízo (cap. 13 a 23) pudessem achar a salvação (55.4,5).


O Reino do Senhor na terra, com seu Rei justo e seus súditos justos, é o alvo em direção ao qual o livro de Isaías avança com firmeza. A terra restaurada e o povo restaurado passarão, então, a cumprir o ideal divino, e tudo resultará no louvor e na glória do Santo de Israel, por causa do que Ele tem realizado.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A verdadeira adoração

Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” (Jo 4.23).
Estudo de célula do Jornal Atos Hoje- 21/09/2008Adorar é cultuar, ou prestar serviço a Deus de todo o coração (1Cr 16.29, Sl 29.2, 96.9, 99.9). Adorar não é apenas cantar uma canção que fale da grandeza de Deus, mas é contemplá-lo na perfeição de seus atributos (Sl 27.8) e, crendo Nele, viver de acordo com a sua vontade (Jo 14.15). As Escrituras Sagradas nos convocam a “servir ao Senhor com alegria e a nos apresentar diante Dele com cânticos.” (Sl 100.2).  A adoração, portanto, é o serviço a Deus de todo coração, que se expressa com atitudes, com cânticos, danças, gestos (de joelhos, totalmente prostrado  etc), em verdadeira alegria na presença de Deus (Sl 150.1-6). O coração do adorador está inteiramente envolvido em celebrar Àquele que é o único Deus (Dt 6.4-9), e que é digno de receber a honra a glória , a força e o poder (Ap 4.1, 5.12), aleluia!
O que está subentendido no conceito de adoração?A obediência ao Senhor é a característica básica do adorador (Dt 28.1).Um exemplo disso foi dado no sermão do monte, relatado por Lucas, quando Jesus afirmou: "E por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu vos mando?"  (Lc 6.46). Não adianta reconhecer o poder e a perfeição do Senhor sem obedecer aos seus ensinos (Jo 8.42, 1Jo 4.20, Mt 6.24). No Antigo Testamento também podemos ver claramente esta verdade na resposta de Samuel a Saul, quando este desobedeceu a Deus e trouxe ovelhas e gado para sacrificar ao Senhor. Samuel disse ao rei Saul: "Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros." (1Sm 15.22).Portanto, Deus requer, de cada filho seu, uma adoração verdadeira, em obediência e submissão à sua vontade (Mt 6.10, 26.42, Cl 1.9) que é boa, perfeita e agradável (Rm 8.1-2).
O que significa “adorar em espírito e em verdade”?Adorar em espírito e em verdade (Jo 4.23) significa ser um adorador semelhante a Jesus (Jo 17.4) aqui na terra, isto é, ter uma vida diante de Deus e dos homens de acordo com os Seus ensinos (1Jo 2.6). Podemos dizer que a adoração em “espírito” seja a “haste vertical da cruz”, que aponta para os céus – ou seja, quando estamos buscando a Face do Senhor, contemplando-O na beleza de sua santidade (Sl 24.6). É a busca da adoração ao Senhor com o coração purificado, lavado no sangue do Cordeiro (Mt 5.8, 1Jo 1.7). O salmista nos diz: “Quando tu disseste: Buscai o meu rosto; o meu coração disse a ti: O teu rosto, Senhor, buscarei.” (Sl 27.8). O verdadeiro adorador não busca as “mãos do Senhor”, isto é, as suas bênçãos; mas busca a Face de Deus, ou seja, a comunhão e o relacionamento com Ele (Is 55.6-9).Adorá-lo em verdade, significa viver dentro de sua Palavra (Mt 7.17-27), fazendo a vontade do Senhor aqui na terra, demonstrando amor uns aos outros (Jo 13.35). O amor é o cumprimento de toda a vontade do Senhor em todas as áreas da vida, em todas as circunstâncias e ocasiões (Gl 5.6, 13, Rm 13.10). E Jesus nos ensinou, de modo prático, a viver em amor (Lc 10.25-37).
Por que a adoração é fundamental na vida do cristão?Porque através da verdadeira adoração o crente vai se tornando semelhante a Jesus (I Jo 3:1-3), em seus atributos comunicáveis aos homens, como: amor, fidelidade, bondade, mansidão, paz, etc. O princípio bíblico que rege a adoração é este: “o adorador se torna semelhante ao Deus ao qual ele adora”, de acordo com o Salmo 115.8. O salmista nos mostra que os adoradores das imagens de escultura se tornam semelhantes a elas: “têm boca e não falam, olhos e não vêem, nariz e não cheiram, pés e não andam, mãos e não apalpam…” Assim como as imagens de escultura estão mortas, da mesma forma os seus adoradores estão mortos espiritualmente. Em contrapartida, os adoradores do Deus Todo-Poderoso, através da íntima comunhão com a doce trindade (o Pai, o Filho e o Espírito Santo), vão se tornando cada vez mais parecidos com Jesus, o Filho de Deus que se fez homem e morreu por nós…
                                                                                                  Pra. Ãngela Valadão           

                                                  

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Existe profecia para casamento?


Em toda regra existem exceções. Deus pode falar profeticamente sobre casamento com um jovem, porem, é preciso tomar muito cuidado, principalmente nestes dias onde está na moda andar atrás de profetas casamenteiros. As pessoas que vivem à procura de profecias deste tipo, geralmente não oram e nem buscam crescer no conhecimento da palavra de Deus. Alguém me contou que ouviu uma profetizando assim: "Meu servo, vai porque quem não arrisca não petisca..." É possível acreditar nisto?Sempre aconselho aos jovens de que orem ao senhor e descansem nele, pois Deus sabe o que é melhor e sempre tem o melhor para seus filhos. João escreveu: "Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente" (1 Jo 2.17).







Descubra o poder de uma declaração de amor

Descubra o poder de uma declaração de amor

 "E do céu veio uma voz, que disse: - Este é o meu Filho amado, que me dá muita alegria" (Mt 3.17)
"O amor é a única razão pela qual se dá a vida"
(Matthew Kelly)
Se Deus dissesse que hoje seria o último dia que você passaria com a sua família, o que você faria nessas vinte quatro horas? Amar e ser amado são as necessidades mais básicas da alma humana. Quem ama demonstra, declara, deixa vazar esse sentimento como água que nutre a alma do outro. A escritora Lya Luft, em seu livroPerdas e Ganhos, ao abordar sobre o tema família, escreve uma verdade sobre a qual precisamos refletir:
"Se viver sozinho já é duro, viver em família pode ser onerado e oneroso. Sofremos com a precariedade dos laços amorosos. Sofremos com falta de dinheiro e de tempo. Sofremos com a necessidade de suprir cada vez mais os mandatos do consumo. Sofremos com o pouco espaço para o diálogo, a ternura e a solidariedade dentro da própria casa. Principalmente, não temos tempo ou disponibilidade para o natural exercício da alegria e do afeto". 2
Com razão, disse o escritor Matthew Kelly, em seu livro Os Sete Níveis de Intimidade, "Dar e receber amor é a maior vocação do ser humano"3. Infelizmente, muitos pais nunca se deram conta da importância e do valor de uma declaração sincera de amor ao filho. A Bíblia diz que antes de Jesus ser levado para o deserto a fim de ser tentado pelo diabo, Deus, o Pai Eterno, fez uma declaração de amor que foi decisiva para a sua vitória sobre o diabo: "Este é o meu filho amado em quem eu tenho muito prazer!" (Mt 3.17).
 Nossos filhos precisam sair de casa (quando vão estudar, trabalhar ou passear) sabendo que são amados incondicionalmente. Conheço muitos filhos que nunca ouviram dos seus pais uma única declaração de amor.
Certo dia, quando terminei de ministrar em uma igreja sobre a importância do carinho, do afeto e de uma declaração de amor, uma jovem procurou-me e, com os olhos cheios de lágrimas, disse-me: - Pastor, eu tenho dezessete anos e sofro de uma carência crônica de afeto paterno. Meu pai nunca me abraçou, nunca me deu parabéns no meu aniversário, nunca me fez uma declaração de amor. Pelo contrário, já ouvi dele algumas vezes: "Você deveria ter nascido morta".
Amar e ser amado são imprescindíveis para a saúde emocional do (a) filho (a).  As coisas que mais têm valor no relacionamento familiar não custam dinheiro. Quanto custa uma declaração de amor? Se você tem filho, por que não fazer, hoje mesmo, uma linda declaração de amor para ele? Alguém me enviou um texto que nos faz refletir por que não devemos deixar para amanhã o que podemos fazer hoje. É uma mensagem que foi deixada pelo marido de uma das aeromoças que morreram no acidente que houve com o avião da TAM onde ela trabalhava. Ele jamais poderia imaginar que aquela seria a última saída esposa de sua casa para trabalhar. Por isso ele escreveu...

SE O AMANHÃ NÃO VIER...

"Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir,  
Eu aconchegaria você mais apertado e rogaria ao Senhor que protegesse você.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você sair pela porta,
Eu abraçaria, beijaria você e a chamaria de volta  
Para abraçá-la e beijá-la uma vez mais.  
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu ouviria a sua voz em oração,
Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua,
Para que eu pudesse vê-la e ouvi-la de novo, dia após dia.  
Se eu soubesse que essa seria a última vez,
Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: 
EU TE AMO, ao invés de assumir que você já sabe disso.
Se eu soubesse que essa seria a última vez,  
Eu estaria ao seu lado, compartilhando do seu dia, ao invés de pensar:  
'Bem, tenho certeza de que outras oportunidades virão. Então eu posso deixar passar esse dia'. É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão.  
E nós teríamos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.  
É claro que haverá outro dia para dizermos um para o outro:
'EU TE AMO', e certamente haverá uma nova chance de dizermos um  para o outro: 'Posso te ajudar em alguma coisa?'. Mas, no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos juntos, eu gostaria de dizer-lhe  O QUANTO EU  AMO VOCÊ!"


Espero que nunca nos esqueçamos disso!

O dia de amanhã não está prometido a ninguém, seja ele jovem ou velho. E hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado a mão da pessoa que você ama.  Se você está esperando pelo amanhã, por que não fazer hoje? Porque se o amanhã não vier, você, com certeza, se arrependerá pelo resto de sua vida de não ter aproveitado aquele tempo especial com um sorriso, um abraço ou um beijo. Tudo porque você estava 'muito ocupado' para dar àquela pessoa o que acabou sendo o último desejo que ela queria.  Então, abrace o seu amado, a sua amada, o seu filho, a sua filha HOJE. E dê esse abraço bem apertado.  Sussurre no seu ouvido, dizendo o quanto você o (a) ama e o quanto o (a) quer junto de você. Gaste um tempo para dizer: 'Desculpe-me'; 'Por favor'; 'Me perdoe'; 'Obrigado'; ou ainda, 'Não foi nada'; 'Está tudo bem'.  Isso porque, se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje. Pois o passado não volta e o futuro talvez não chegue.  Papai, mamãe, marido e esposa: parem agora por alguns minutos e reflitam sobre essa mensagem. E pratiquem-na!
Lembrem-se, amor em família é uma arte, um malabarismo, por vezes um heroísmo: essencial como o ar que respiramos.